Mostrando postagens com marcador poema de metro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poema de metro. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Poema de metrô II
te pensei no decorrer-se
vagões, escadas
pernas soltas por lances
às largas
era um passo que irrompe
em estalo. febre.
te pensei como havia de ser um dia
uma bolha reluzente no segundo
dois homens que se encaram
três cílios sobrados na cara
toque no corpo que toca
e mais nada
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Poema de metrô
te pensei na confluência das horas
as rimas bonitas
esfriaram
meu coração cansado
boceja preguiçoso.
pedrinhas brancas na água cristalina
- foi assim a verdade que me apresentou
a confluência das horas
te penso ainda
no desaguar das noites
não mais com os olhos de cão
mas de um lobo à espreita
à espera
reluzentes olhos noturnos.
te pensei assim
e não de outra forma.
Assinar:
Postagens (Atom)