sábado, 26 de julho de 2014

Poema (ditado pelo espírito...) - III e IV


 more-me miríade !
 ria de mim.

 dê-me medo
 ao meio dia.

 mantenha-se
 imiscuída
 nos restos, cinzas.

 és mural, quimera !
 morre-me cedo
 matutina...

 cala-me flor,
 gotejando
 fina.

 ***

em silêncios
espavoridos
dorme
oblivion

num livro
sem dedicatória
fico
oblivion

e passa, passa
cada dia
conforme
oblivion

"até um dia, à deus"
acordo
e digo;
oblivion.

you, inhabitant
delicate form unknown
lead me straight, regardless
into the depths of oblivion.


Um comentário:

Luciana Maria Tico-Tico disse...

muito elegante...

quem toma chá também tem sentimentos.. né?

boa semana